
PADRINHO JOÃOZINHO DIRETOR EXECUTIVO da ARMAC Membro do FOESP - Fórum das Comunidades de Terreiro e de Tradições de Matriz Afro-Brasileira de SP Vice-presidente da FEUCEM Membro do Conselho de Desenv. Participação da Comunidade Negra de Campinas Dirigente Espiritual do Terreiro da Vó Benedita Membro do Comitê Técnico de Saúde da População Negra de Campinas Membro do Coletivo de Combate ao Racismo da CUT Membro da Comissão da Verdade sobre a Escravidão no Brasil da OAB
Horários De Atendimento
Segundas - 20 Hs - Mãe Claudete e Pai Joãozinho.
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Sábados - 19 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.
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sábado, 10 de outubro de 2009
Nossa Senhora Aparecida

Nossa Senhora Aparecida ou Nossa Senhora da Conceição Aparecida, é a Virgem Padroeira do Brasil. O seu santuário localiza-se em Aparecida, no estado de São Paulo, e a sua festa é comemorada, anualmente, a 12 de Outubro.
Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (anterior a 1743) e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma.
A sua história tem o seu início em meados de 1717, quando chegou a Guaratinguetá a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais.Desejosos de obsequiá-lo com o melhor pescado que obtivessem, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram a Porto Itaguaçu, a 12 de Outubro.
Já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. Envolveram o achado em um lenço e, animados pelo acontecido, lançaram novamente as redes com tanto êxito que obtiveram copiosa pesca.
Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência de Felipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar. A devoção foi crescendo entre o povo da região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam diante da imagem. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. A família construiu um oratório, que logo se mostrou pequeno.
Por volta de 1734, o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de Julho de 1745. Diante do aumento no número de fiéis, em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior - a atual Basílica Velha.Em 6 de Novembro de 1888, a Princesa Isabel visitou pela segunda vez à basílica e ofertou à santa uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com um manto azul. No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da imagem para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.
A 8 de Setembro de 1904, a imagem foi coroada, solenemente, por D. José Camargo Barros. No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Vinte anos depois, a 17 de Dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município.
E, em 1929, Nossa Senhora foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial, por determinação do Papa Pio XI.
Oxum
Oxum - (Oshun, Ọsun ou Oschun) na Mitologia Yoruba, é um orixá feminino, seu nome deriva do rio Ọsun que corre na Iorubalândia, na região nigeriana de Ijexá e Ijebu. Na Umbanda Orixá da Água Doce. Guardiã das minas de ouro e riquezas do sub-solo. Sincretiza-se com várias Nossas Senhoras, as representadas em imagens com querubins aos seus pés. O sincretizmo mais conhecido é o com Nossa Senhora Aparecida, Santa Luzia, Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Conceição. Saudação: Orayê-yê mamãe oxum no Candomblé e Aiê-iê-ô na Umbanda.
COR: amarelo
AMALÁ: 7 velas brancas e 7 amarelo claro, água mineral canjica branca, fitas amarelo claro e branca. Local de entrega na margem de um rio limpo e lajeado, ao lado de uma bela cascata ou cachoeira.
ERVAS (Banho de descarrego): Erva Cidreira – Gengibre – Camomila – Arnica –Trevo Azedo ou grande- Chuva de Ouro – Manjericona – Erva Sta. Maria – Gengibre – Calendula.
COR: amarelo
AMALÁ: 7 velas brancas e 7 amarelo claro, água mineral canjica branca, fitas amarelo claro e branca. Local de entrega na margem de um rio limpo e lajeado, ao lado de uma bela cascata ou cachoeira.
ERVAS (Banho de descarrego): Erva Cidreira – Gengibre – Camomila – Arnica –Trevo Azedo ou grande- Chuva de Ouro – Manjericona – Erva Sta. Maria – Gengibre – Calendula.
Oraçoes a Oxum

OXUM
Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a vós; e, em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro neste dia os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E, guardai-me e defendei-me, como coisa e propriedade vossa. Que assim seja!
Oração à Nossa Senhora da Conceição
Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: “Ave Maria, cheia de graça”; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações e evitarmos os pecados e já que vos chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal e ajudai-nos a viver como dignos filhos vossos.
Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós.
Ω
Ó incomparável Virgem da Conceição, Mãe de Deus, Rainha dos Céus, Maria, volvei para mim, imploro-vos, o olhar benigno de vossa misericórdia.Livrai-me de minhas gravíssimas culpas; e com o favor de vossa poderosíssima intercessão, fazei que eu consiga da Divina Majestade a salvação de minha alma, a perfeita saúde do corpo e aquela graça da qual tanto necessito e que vos recomendo a fim de que, servindo e louvando-vos nesta vida, venha depois, um dia, a amar-vos e agradecer-vos para toda a eternidade.
Assim seja.
Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a vós; e, em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro neste dia os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser. E, guardai-me e defendei-me, como coisa e propriedade vossa.
Assim seja!"
Viajando no Canto de Mamãe Oxum

Viajando no Canto de Mamãe Oxum
Escrito por Alex de Oxóssi
30-Apr-2009.
Escrito por Alex de Oxóssi
30-Apr-2009.
Fiquei feliz da vida, não porque alguma coisa especial tinha ocorrido. Estava simplesmente feliz. Existem pessoas que apenas sorriem quando coisas boas sucedem, ou outras que nem assim sorriem. O que sei é que, muitas vezes na madrugada, fico extremamente feliz. Da varanda da minha casa olho pro céu e contemplo as estrelas. Agradecendo por existir... Apenas isso já é motivo de sobra para ser feliz... Deitei - me. Fui dormir pensando nisso. Lentamente fui relaxando e sentindo uma grande soltura energética, conseqüência natural da dilatação da aura. Sei que isso favorece a projeção da consciência e resolvo relaxar ainda mais, pensando firmemente em projetar - me. Começo a ter pequenos relampejos de luz dentro da tela mental, conseqüência da ativação do chacra frontal. É, parece que hoje vou “voar pelo astral a fora...” Perco a consciência, não sei por quanto tempo. O que sei é que quando acordo, estou bem à frente de um rio. Suas águas são tão límpidas que não resisto. Pulo dentro dele e começo a brincar. Aproveitando da ótima lucidez extrafísica, mergulho, saio voando, mergulho de novo... Até quando chego a frente de uma bela cachoeira. São sete quedas d´águas incríveis. Lá percebo uma senhora depositando algumas flores junto as grandescachoeiras. É uma senhora negra, toda vestida de branco. Aproximo - me para melhor observar. Vejo que ela canta em uma língua antiga, acho que é yorubá. Da cachoeira, diversos "espíritos da natureza" femininos surgem, são todas muito parecidas. Para minha surpresa a negra me chama ao seu encontro. Aproximo - me ainda mais e percebo que conheço aquela senhora. É a negra “Dita”, Preta-Velha de amor incomensurável a quem eu tanto estimo. Lá estava ela, fazendo uma oferenda no Astral para sua amada mamãe Oxum. Achei inusitada aquela situação. Perguntei:
_Vovó, o que a senhora pede em vossa oferenda?
_ Ah meu filho, é aqui que venho pedir por todos. Por aqueles que me procuram, mas também para aqueles que não me conhecem. Pedir por toda a humanidade, por aqueles que passam fome, por aqueles que são tristes, por aqueles que não tem uma só pessoa que possa orar por eles. Peço por todos aqueles que não são amados.
É aqui, no reino da minha amada mamãe Oxum Sete cachoeiras, que choro a tristeza dos tristes, para que o sorriso da alegria possa nascer, um dia, em seus lábios. É aqui que me abro em compaixão e acompanhada dessas filhas diretas de Oxum, nós cantamos e saímos por aí levando um pouco do bálsamo da Senhora das cachoeiras.
Bálsamo esse, que outro não é, se não o amor!
_Vem, cante um daqueles pontos bonitos que você conhece. Vamos fazer uma oferenda bem bonita para mamãe Oxum. Uma oferenda para toda a humanidade, para todo o planeta...
E logo eu e a Preta-Velha do meu coração arrumávamos as flores ao redor das cachoeiras. Também cantávamos e pulsávamos luzes por todos.
Foi quando as filhas encantadas e encantadoras de mamãe Oxum começaram também a cantar, e aí o para chacra cardíaco abriu - se todo e uma vibração de amor me invadiu. Era uma vibração muito maior do que eu podia agüentar, era algo realmente divino.
Chorei...Chorei e Chorei...
O que dizer, fazer ou sentir quando escuta - se o canto do amor? Foi então que um grande fluxo de luz dourada desceu sobre a Preta-Velha de nome “Dita”.
Era uma projeção energética da própria senhora Oxum das Sete cachoeiras. A querida guia espiritual dirigiu - se a mim e tocou com a mão direita minha testa. Um fluxo de idéias imediatamente surgiu em minha mente. Na verdade, o que ocorreu, foi que a querida Dita recebeu a vibração direta da mamãe Oxum Sete cachoeiras e como uma médium atuando no plano astral a compartilhou diretamente comigo.
Eu, com minhas próprias capacidades, não conseguiria captar diretamente o fluxo de vibrações que a Senhora das Sete cachoeiras projetava. Aquela vibração de amor puro era muito sutil, mas ao mesmo tempo tão forte, que eu não tinha “cacife espiritual” para agüentar. Era “muita areia para meu caminhão mediúnico”, vamos assim dizer!
O importante mesmo é que tocado por aquela vibração, eu, a preta – velha, as filhas queridas e diretas de Oxum, além dos muitos outros guias espirituais e espíritos encarnados projetados que agora eu percebia, inclusive um caboclo Sete cachoeiras que tinha sido meu amparador - guia “invisível até ali”, saímos a realizar algum tipo de trabalho espiritual onde pudéssemos dividir essa maravilhosa experiência e compartilhar a vibração.
Muitos volitavam para participar de trabalhos de assistência extrafísicos. Eu fiquei a olhar para a querida Dita com o semblante interrogativo:
_ Meu filho, muitas coisas podem ser feitas. Mas, talvez, o melhor seja que você acorde e escreva essa experiência. Divida com os outros a energia desse momento, através dos seus textos. E mostre para eles que do lado de cá a vida continua assim como o trabalho, os Orixás e o amor também... Senti um puxão na parte posterior da nuca e voltei.
Lembrava – me com detalhes até certa parte da experiência, mas em alguns pontos a lembrança exata fugia da mente. Esse tipo de esquecimento é natural, pois o cérebro físico não consegue registrar em sua memória as imagens de um plano mais sutil e com leis diferentes. O cérebro físico pode apenas captar e registrar os acontecimentos na matéria, no astral as coisas são diferentes, o que gera uma “pane” no cérebro, favorecendo o esquecimento da experiência fora do corpo. Mas de alguma forma lembrava de tudo que tinha ocorrido, mesmo que os locais e os rostos não fossem mais tão vivos em minha mente.
Mas o mais incrível era o sentimento. Sentia algo vivo dentro de mim. Lembrei de um amigo, que sempre diz, que o mais importante nas atividades espirituais e mediúnicas é o “sentir”...
Levantei rápido e coloquei uma bela música. Fiquei quietinho esperando as lembranças voltarem naturalmente.
Novamente senti – me tocado no coração. Agora eu novamente lembrava e principalmente, sentia com toda intensidade. Estava novamente “carregado” com aquela vibração. E é por aquela vibração que envolveu a todos que lá estiveram, que escrevo as linhas abaixo. Espero que elas possam compartilhar o clima espiritual sadio e amoroso:
“ Existe apenas uma só coisa que pode existir por si só. Algo que não depende dos outros para viver e brilhar. Algo que nunca escurece, nunca fica triste ou odeia, pois sua natureza é apenas bem – aventurança. Existe em tudo e está na base de tudo. Une as pessoas pois é a mais bela manifestação da divindade, afinal, é a manifestação primordial. Sem ele nada frutifica, nada existe... Está no olhar da mamãe, está no canto da divindade. Está em cada partícula cósmica que compõe o universo. Está em cada átomo, em cada célula que nos constituem. Está principalmente no centro do coração, pois é lá que ele pode ser sentido em todo seu esplendor. Lá onde a alma canta...
“ Existe apenas uma só coisa que pode existir por si só. Algo que não depende dos outros para viver e brilhar. Algo que nunca escurece, nunca fica triste ou odeia, pois sua natureza é apenas bem – aventurança. Existe em tudo e está na base de tudo. Une as pessoas pois é a mais bela manifestação da divindade, afinal, é a manifestação primordial. Sem ele nada frutifica, nada existe... Está no olhar da mamãe, está no canto da divindade. Está em cada partícula cósmica que compõe o universo. Está em cada átomo, em cada célula que nos constituem. Está principalmente no centro do coração, pois é lá que ele pode ser sentido em todo seu esplendor. Lá onde a alma canta...
Abram – se para isso, para Ele.
Abram o coração e deixe fluir por ele o canto sagrado da mamãe Oxum.
O Canto do amor. Sim, o amor, pois é ele, e apenas ele, que pode existir por si só e é a verdadeira espiritualidade manifesta em nossas vidas.
Ele que é o grande mistério, capaz de transformar a tudo.
Lembrem – se que aonde a couraça é tão dura, que até mesmo a forte espada falha, apenas as águas do amor podem curar. Lembrem também que a Lei e a Justiça só têm sentido, se forem a Lei e a Justiça do amor...
Pensem nisso, afrouxem as amarras do ressentimento e perdoem. Fraco não é aquela que chora, mas sim aquele que agride. Grande de alma e forte em espírito é aquele que vive pela canção do amor.
Nada o pode derrubar, ele não tem inimigos e tudo se transforma com a sua simples presença. Essas são as grandes almas, pois elas queimam em amor...
Existe algo de divino em cada um de nós. Sei disso. É a centelha, é o atman, é a alma pura. Ela brilha lá no coração e é eterno, nada pode apagar.
É o fruto do amordo Criador...
É a pura existência e a existência pura!
Ah, como antes eu não percebia isso.
Realmente não existem motivos para tristezas nem desilusões. Afinal esse brilho, é o mesmo dos olhos e coração da Oxum.
O mesmo dos olhos e coração do Criador... Poxa, mas afinal, todos existimos eternamente! Só isso não é motivo de sobra para sermos felizes e rirmos mais da vida?”
Fernando Sepe – 28 de janeiro 2006.
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''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
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