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sábado, 1 de agosto de 2015

Sobre o Orixá Obaluaê e as pipocas

A pipoca de Obaluaê
O mês de agosto na Umbanda é dedicado a Obaluaê, os terreiros enchem de pipoca e saudão este grande Orixá da Cura, saiba um pouco sobre esta divindade: 
Obaluaê é uma flexão dos termos: Oba (rei) – Oluwô (senhor) – Ayiê (terra), ou seja, “Rei, senhor da Terra”. Omulu também é uma flexão dos termos: Omo (filho) – Oluwô (senhor), que quer dizer “ Filho e Senhor”. Obaluaê, o mais moço, é o guerreiro, caçador, lutador. Omulu o mais velho, é o sábio, o feiticeiro, guardião. Porém, ambos têm a mesma regência  e influência. No cotidiano significam a mesma coisa, têm a mesma ligação e são considerados  a mesa força da natureza.
Obaluaê (ou Omulu) é o Sol, a quentura e o calor do astro rei. É o Senhor das pestes, das moléstias contagiosas, ou não. É o rei da Terra, do interior da Terra, e é o Orixá que cobre o rosto com o Filá (de palha – da - Costa), porque para os humanos é proibido ver seu rosto, pela deformação feita pela doença, e pelo respeito que devemos a este poderosíssimo Orixá.
Obaluaê está no organismo, no funcionamento do organismo. Na dor que sentimos pelo mal funcionamento dos órgãos, ou por uma queda, corte ou queimadura.
Obaluaê rege a saúde, os órgãos e o funcionamento destes. A ele devemos nossa saúde e é comum, nas Casas de Santos, se realizar os Eboris de Saúde, que fazem pra trazer saúde para o corpo doente.
O órgão central da regência de Obaluaê é a bexiga, mas está ligado a todos os outros. Ele trata do interior, fundamentalmente, mas cuida também da pele e de suas moléstias.
Divide com Iansã a regência dos cemitérios, pois ele é o Orixá que vem como emissário de Oxalá (princípio ativo da morte), para buscar o espírito desencarnado. É Obaluaê (ou Omulu) que vai mostrar o caminho, servir de guia para aquela alma.
Obaluaê também é o Senhor da Terra e das camadas de seu interior, para onde vamos todos nós. Daí a ligação que tem com os mortos, pois ele é quem vai cuidar do corpo sem vida, e guiar o espírito que deixou aquele corpo. É por isso que Obaluaê e Omulu gostam de coisas passadas, apodrecidas.
O sol também tem a sua regência. Ele também é o Calor provocado pelo sol quente. Há quem diga que não se deve sair à rua quando o Sol está quente sem a proteção de um patuá, a fim de não correr o riscos e não sofrer a ira de Obaluaê, geralmente fatal.
Obaluaê está presente em nosso dia-a-dia, quando sentimos dores, agonia, aflição, ansiedade. Está presente quando sentimos coceira e comichões na pele.Rege também o suor, a transpiração e seus efeitos. Rege aqueles que tem problemas mentais, perturbações nervosas e todos os doentes.
Está presente nos hospitais, casa de saúde, ambulatórios, postos de saúde, clínicas, sempre próximo aos leitos. Rege os mutilados, aleijados, enfermos. Ele proporciona a doença mas, principalmente, a cura, a saúde. É o Orixá da misericórdia.
Obaluaê é à força da Natureza que rege o incômodo de um modo geral. Rege o mal estar, o enjôo, o mal humor, a intranqüilidade. É o Orixá do abafamento e está presente nele, bem como na má digestão e na congestão estomacal. Gera o ácido úrico e seus efeitos.
Obaluaê está presente em todas as enfermidades e sua invocação, nessas horas, pode significar a cura, a recuperação da saúde.
Dia: segunda feira
Data: 13 ou 16 de agosto;
Metal: chumbo;
Cor: preto e branco  e ou preto, branco e vermelho;
Partes do corpo: a pele e os pulmões;
Arquétipo: sóbrios, reservados, generosidade destacada,  geniosos, independentes, teimosos, tendência ao masoquismo.
Símbolos: xaxará ou íleo (com que limpa as doenças e os males espirituais)

A Lenda de Obaluaiê

LENDA DE OBALUAIÊ

Iansã era uma mulher muito curiosa, de todos queria noticias e tudo queria saber. Apenas um segredo havia que ela já fizera de tudo para descobrir e não conseguira. Era o fato de Obaluaiê andar coberto de palha, apenas se viam seus braços e pernas e nunca ninguém vira seu rosto. Iansã perguntava a todos o porquê disso e sempre lhe diziam que como tinha o corpo e o rosto coberto de chagas, ele não gostaria de mostrar ao mundo a sina que o acompanhava. Essas explicações vindas de todos os lados a deixavam mais curiosa ainda. Passou a perseguir Obaluaiê obsessivamente, aonde ele ia, disfarçadamente ia atrás. Um dia quando estava quase desistindo, sentia-se cansada o rapaz andava muito, sentou-se aos pés de uma grande árvore e adormeceu. Acordou com o ruído do farfalhar de palhas que sempre acompanhava seu perseguido que estava molhando os pés num pequeno riacho muito perto dela e não a tinha percebido. Era a hora! Finalmente descobriria o que há meses a torturava. Ergueu as mãos para o céu e chamou pelos ventos que sempre a auxiliavam. Eles vieram e numa lufada forte envolveram Obaluaiê, que despreparado, não pode impedir que a palha se levantasse deixando seu corpo exposto. Qual a surpresa de Iansã ao ver que debaixo da vestimenta não havia uma só chaga, mas sim uma beleza radiosa, todo o corpo do rapaz brilhava numa cor de cobre que o sol acentuava. O que ele escondia não era a vergonha de um corpo disforme e sim a beleza infinda que a todos faria inveja. Desse dia em diante Iansã não mais perseguiu Obaluaiê, mas sempre que o encontrava suspirava pela beleza que nunca mais esqueceu.

Sobre os Orixás Omulu e Obaluaê - História

OMULU CURA TODOS DA PESTE E É CHAMADO OBALUAÊ
Quando Omulu era um menino de uns doze anos,
saiu de casa e foi para o mundo fazer a vida.
De cidade em cidade, de vila em vila,
ele ia oferecendo seus serviços,
procurando emprego.
Mas Omulu não conseguia nada.
Ninguém lhe dava o que fazer, ninguém o empregava.
E ele teve que pedir esmola,
mas ao menino ninguém dava nada,
nem do que comer, nem do que beber.
Tinha um cachorro que o acompanhava e só.
Omulu e seu cachorro retiraram-se no mato
e foram viver com as cobras.
Omulu comia o que a mata dava:
frutas, folhas, raízes.
Mas os espinhos da floresta feriam o menino.
As picadas de mosquito cobriam-lhe o corpo.
Omulu ficou coberto de chagas.
Só o cachorro confortava Omulu,
lambendo-lhe as feridas.
Um dia, quando dormia, Omulu escutou uma voz:
"Estás pronto. Levanta e vai cuidar do povo".
Omulu viu que todas as feridas estavam cicatrizadas.
Não tinha dores nem febre.
Obaluaê juntou as cabacinhas, os atós(*),
onde guardava água e remédios
que aprendera a usar com a floresta,
agradeceu a Olorum e partiu.
Naquele tempo uma peste infestava a Terra.
Por todo lado estava morrendo gente.
Todas as aldeias enterravam os seus mortos.
Os pais de Omulu foram ao babalaô
e ele disse que Omulu estava vivo
e que ele traria a cura para a peste.
Todo lugar aonde chegava, a fama precedia Omulu.
Todos esperavam-no com festa, pois ele curava.
Os que antes lhe negaram até mesmo água de beber
agora imploravam por sua cura.
Ele curava todos, afastava a peste.
Então dizia que se protegessem,
levando na mão uma folha de dracena, operegum,
e pintando a cabeça com efum, ossum e uági(**),
os pós branco, vermelho e azul usados nos rituais e encantamentos.
Curava os doentes e com o xaxará varria a peste para fora da casa,
para que a praga não pegasse outras pessoas da família.
Limpava casas e aldeias com a mágica vassoura de fibras de coqueiro,
seu instrumento de cura, seu símbolo, seu cetro, o xaxará.
Quando chegou em casa, Omulu curou os pais
e todos estavam felizes.
Todos cantavam e louvavam o curandeiro
e todos o chamaram de Obaluaê,
todos davam vivas ao Senhor da Terra, Obaluaê.
(*) ató= pequena cabaça usada para guardar remédios, símbolo de Ossaim e Omulu, orixás ligados à cura.
(**)ossum e uági = pó vermelho e azul respectivamente
Fonte: Mitologia dos Oixás - Reginaldo Prandi - Cia. das Letras

Os Filhos de Obaluaiê

OS FILHOS DE OBALUAIÊ

Os protegidos de Obaluaiê são pessoas perfeccionistas que buscam dar o melhor de si em tudo o que fazem. Quando apostam suas fichas num projeto não desistem de vê-lo realizado, leve o tempo que for preciso. Aliás, paciência é o que não falta a essas pessoas. Sua aparência de fragilidade e seu olhar triste escondem uma pessoa de grande inteligência e capacidade para alcançar grande sucesso. São muito preocupados com tudo o que acontece no mundo, o que faz com que caiam numa profunda tristeza, sem muitas explicações para os outros.
Ter os amigos ao seu lado é de extrema importância, pois é com eles que consegue se realizar como pessoa produtiva e importante. Introspectivos, pensativos, são seus filhos. Reservados, observadores, pesquisadores, modestos, simples, porém muito misteriosos. 
Normalmente são pessoas que falam pouco e que tem muito poucos amigos, porém amigos sinceros e verdadeiros e amigos para sempre. São lentos, calmos, estudiosos, mas com certeza uma forte parte envolvendo a feitiçaria, a alquimia, são pessoas literalmente eremitas. A solidão para eles é fundamental para o seu crescimento e importante, porque da solidão é que eles tiram a solução para os problemas difíceis daqueles que o cercam. Com certeza, talvez a qualidade mais introvertida deste Orixá é o silêncio.
Seus filhos são alegres e gozadores, brincalhões, amigos sinceros e apesar de inconstantes, são amantes fervorosos e entusiasmados. Muitas vezes são até atirados quando não conseguem agradar, quando não conseguem atingir seus objetivos, porém esse comportamento envolve muito os filhos jovens que são iniciados para esse Orixá deixando o lado sombrio para a vaidade maior, mesmo com o tempo de feitura, mesmo com o tempo de iniciação, eles acabam se ajustando ao próprio comportamento, ao próprio arquétipo desses filhos.
Com certeza não existe ninguém totalmente bom, nem ninguém totalmente mau, porém o lado negativo dos filhos de Obaluaiê é que são pessoas medrosas, inseguras, indecisas, nervosas e agressivas. Os filhos de Obaluaiê têm fortes tendências ao suicídio, devido acreditarem que a vida é sempre contra eles. São fatalistas, dramáticos, exagerados nos dramas. Secam as pessoas somente com o olhar. Com certeza são pessoas com defeitos que se destacam, mas são irresponsáveis, aparentam desleixo, esquecimento, mas são, com certeza atentos e sempre prontos para cumprir suas promessas.
São pessoas que abrem mão da sua própria vida em prol dos outros. São pessoas capazes de muitas vezes provocar verdadeiras guerras envolvendo várias e várias pessoas para defender muitas vezes somente uma e o negativo dos filhos deste Orixá é cair na antipatia das pessoas, pois não medem sacrifícios, não medem esforços, não medem recursos para atingir seu objetivo de vingança, mas na síntese são pessoas boas e seu elemento básico é a proteção, é a saúde.
Os filhos de Obaluaiê são pessoas que não se sentem satisfeitas se a vida corre tranqüila. Podem atingir situação financeira boa e um belo dia joga tudo para o alto, por conta de sua mania de perseguição. Em certos casos, são capazes de proporcionar o bem estar dos outros, esquecendo os seus próprios interesses e necessidades. São pessoas masoquistas, pessimistas, com tendências a autodestruição e solitárias. Costumam se manter à parte do seu círculo de amizades. Isso quer dizer que são pessoas que vêem em si mesmas uma série de defeitos e sofrimentos – que normalmente são exagerados – e mostram esses defeitos e sofrimentos em suas atitudes.
Apesar de serem pessoas doces e sinceras, quando estão amando, não costumam demonstrar seus sentimentos, tem grandes dificuldades em se entregarem. Parecem manter sempre um pé atrás com a pessoa amada, como se ela pudesse lhe trair a qualquer momento. Procuram dar provas de sua dedicação e fidelidade no dia a dia, com coisas práticas. Não são chegados a datas românticas, nem a declarações de amor, não que sejam frios, mas preservam seus momentos íntimos e só se entregam quando suas intuições lhe dão a certeza de que encontrou uma pessoa que lhe ama de verdade.
Como sempre dá provas de fidelidade e confiança, não gostam de ter de cobrar a pessoa amada. Caso essa venha lhe trair a confiança, não tomam nenhuma atitude precipitada. Primeiro esperam que ela venha lhe contar e só depois pensam em perdoar, caso contrário, terminam tudo e guardam grande ressentimento, que pode demorar a ir embora. Sofrer por um grande amor pode fazer com que isolem seu coração de um novo relacionamento por anos, o que é péssimo.
No setor trabalho, os filhos de Obaluaiê não são apenas pessoas de inteligência privilegiada como também são muito ambiciosas. Mas não se dão bem em profissões que busque apenas ganhar dinheiro. Realizam-se quando
podem ajudar os outros como médico dentista ou veterinário, por exemplo. Profissões que exijam concentração, análise como pesquisas cientificas ou ligadas a terapias naturais fazem com que alcancem o sucesso. São sempre muito preocupados com o dia de amanhã, procuram economizar quase tudo o que ganham. Apesar de fazerem questão de viver com conforto, não abrem mão de garantir uma poupança para um socorro imediato.
Os filhos de Obaluaiê costumam ter a saúde prejudicada por doenças psicossomáticas, ou seja, de fundo emocional. Quanto mais sofre pelos outros mais se entristecem com o mundo, mais criam doenças para si mesmos. Precisam lutar também para não caírem em depressão. Devem buscar fazer meditação, aumentar a fé, estar ao lado de crianças e pessoas alegres. Se estiverem com o espírito fortalecido, dificilmente cairão doentes.
Os filhos de Obaluaiê guardam um forte mistério no coração, como se pudesse prever o que vai acontecer às pessoas. Procuram então ajudá-las o máximo possível, mas lembrando-se de que as pessoas só passam por aquilo que lhes é necessário para crescer.
Os filhos de Obaluaiê são pessoas extremamente pessimistas e teimosas e adoram exibir seus sofrimentos. São deprimidos e depressivos, são capazes de desanimar o mais otimista dos seres; acham que nada pode dar certo, que nada está bom. Às vezes são doces, mas geralmente possuem manias de velho, são rabugentos, gostam de dar ordem e são do tipo que não levam desaforo para casa e se sentirem ofendidos respondem no mesmo ato. Não importa a quem pense que só eles sofrem, mas ninguém os compreende, são perversos e adoram irritar as outras pessoas.
São lentos, exigentes, reclamões, reclamam muito, são deprimidos, amargos e vingativos, é difícil relacionar-se com eles. Parece que eles são pessoas que possuem muitos defeitos e poucas qualidades, mas eles têm várias qualidades que podem compensar qualquer defeito, pois são extremamente prestativos e trabalhadores.
A pedra ideal para andar sempre junto é a turmalina negra.

Sobre os Orixás Obaluaê e Omulu - qualidades

QUALIDADES DE OBALUAÊ/ OMULU
Olá irmãos
 Que a paz de Oxalá esteja com todos
Em algumas casa são dois orixás distintos, Omulu o Velho e Obaluâe o Novo, porém em todas as casas mesmos essas os dois Orixás são saudados juntos no Olubajé.
Omolu / Obaluaiyé é o rei da terra. A sua vestimenta é feita de ìko; uma fibra de ráfia extraída do Igí-Ògòrò, a “palha da costa”, elemento de grande significado ritualístico, principalmente em ritos ligados à morte e o sobrenatural, sua presença indica que algo deve ficar oculto. Compostos de duas partes o “Filá” e o “Azé”, a primeira parte, a de cima que cobre a cabeça é uma espécie de capuz trançado de palha da costa, acrescido de palhas em toda sua volta, que passam da cintura, o Azé, seu asó-ìko (roupa de palha) é uma saia de palha da costa que vai até os pés em alguns casos, em outros, acima dos joelhos, por baixo desta saia vai um Xokotô, espécie de calça, também chamado “cauçulú”, em que oculta o mistério da morte e do renascimento. Nesta vestimenta acompanha algumas cabaças penduradas, onde supostamente carrega seus remédios. Ao vestir-se com ìko e cauris, revela sua importância e ligação com a morte.
Sua festa anual é o Olubajé. Tido como filho de Nanã no Brasil, a sua origem, forma, nome e culto em África é bastante variado, de acordo com a região, essa variação de nomes é em conformidade com a região, Obaluaiyé ou Xapanã em Tapá (Nupê) chegando ao território Mahi ao norte do Daomé; Sapata é a sua versão Fon, trazida pelos Nagôs.
QUALIDADES
Akavan: Tem ligação com Oyá, veste estampado.
Azonsu / Ajunsu: Tem fundamentos com Oxumaré, Oxun e Oxalá. Carrega lança e veste branco.
Azoani: É jovem, veste vermelho, palha vermelha Tem caminhos com Iroko, Oxumaré, Iemanjá e Oyá.
Arawe /: Tem fundamento com Oyá e Oxalá.
Ajoji /: Tem fundamentos com Ogun e Oxagian.
Avimaje: Tem fundamento com Nana e Ossain e Odé.
Ajoji / Segí/: Tem ligação com Yemanjá e Oxumare / Nanã.
Afomam: Veste a estopa e carrega duas bolsas de onde tira as doenças. Veste de amarelo e preto. Todas as plantas trepadeiras pertencem-lhe. Tem caminhos com Oxumaré, Ogun de quem é companheiro, dança cavando a terra com Intoto para depositar os corpos que lhe pertencem.
Agbagba Jagun: tem fundamento com Oyá.
Itubé Jagun: É jovem e guerreiro; leva na mão uma lança chamada okó; Tem caminhos com Ogunjá, Oxaguian, Ayrá, Exu e Oxalufan. Não come feijão preto e é o único que come Igbin (Caracol).
Ìpòpò: Tem forte fundamento com Nanã, usa biokô.
Tetu / Etetu Jagun: É jovem e guerreiro. Come com Ogum e Oyá. Veste de branco, usa biokô:
Agòrò: veste branco, usa biokô com franjas de palha
Itetù Jagun: ligado a Yemnjá e Oxalá
Sapatá: Ligado a Oxalufã e todos od Orixás Brancos
Xapanã: Ligado e companheiro de Exu usa preto e vermelho.
Jeholu: Nome sagrado, Senhor das pérolas usa bege.
Iluinã: Chão Quente, único fundamento com Xangô.
Dizem que são 14 qualidades ou caminhos de Obaluaiye/Omolú/Jagun/Sakpata. Teremos ainda vários nomes, títulos e qualidades parecidas: Ajágùsí, Topodún, Janbèlé, Parú, Polibojí, Akarejebé, Aruajé, Ahoye, Olutapá, Sapatá Ainon, WariWarún, etc. 
Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguem reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
Joaozinho

paijoaozinho@terreirodavobenedita.com