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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

DEUSA IARA

Olá irmãos

Que a paz de Oxalá esteja com todos

Bem irmãos a postagem de hoje é o mito e a história de uma figura muito popular do nosso folclore, Iara é a deusa encantada das águas doces, diferente do deus Rudá que é o deus do mar, cultuado pelo povo indigêna, é a deusa mais ligada a Mamãe Oxum, a Cabocla Iara é uma cabocla muito conhecida na Umbanda, alguns afirmam ser irmã da Cabocla Jurema, mas de certo o que se sabe é que esta entidade é uma das falanjeiras da linha de Oxum, bem mesmo como diz o ponto:

Iara, deusa sagrada
dos rios dos manjerais
Iara, deusa sagrada
flecheira de Oxalá
nas matas que ela domina
não deixa filhos tombar
Oh Juremá, lara lara lara
Oh Juremê lere lere lere
Oxum lá nas cachoeiras
nas águas de Oxalá
Cabocla das Cachoeiras
É sereia em alto mar

Oh Juremá, lara lara lara
Oh Juremê lere lere lere
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Então é certo que está entidade vibra na corrente de Oxum, abaixo segue o mito e a história desta Deusa tupi-guarani.
Iara ou Uiara (do tupi 'y-îara "senhora das águas") ou Mãe-d'água, segundo o folclore brasileiro, é uma sereia. De pele morena clara e cabelos negros, tem olhos verdes e costuma banhar-se nos rios, cantando uma melodia irresistível. Os homens que a vêem não conseguem resistir a seus desejos e pulam nas águas e ela então os leva para o fundo do rio, de onde nunca mais voltam. Os que retornam ficam loucos e apenas uma benzedeira ou algum ritual realizado por um pajé consegue curá-los. Os índios têm tanto medo da Iara que procuram evitar os lagos ao entardecer.


A História




ara antes de ser sereia era uma índia guerreira, a melhor de sua tribo. Seus irmãos ficaram com inveja de Iara pois só ela recebia elogios de seu pai que era pajé, e um dia eles resolveram tentar matá-la. De noite quando Iara estava dormindo seus irmãos entraram em sua cabana, só que como Iara tinha a audição aguçada os ouviu e teve que matá-los para se defender e, com medo de seu pai, fugiu. Seu pai propôs uma busca implacável por Iara. Conseguiram pegá-la; e como punição Iara foi jogada bem no encontro do rio Negro e Solimões. Os peixes a trouxeram à superfície e de noite a lua cheia a transformou em uma linda sereia, de longos cabelos negros, brilhantes e sedosos além de olhos azuis da cor do céu, com uma voz muito divina e uma beleza que enfeitiça os homens que a vêem. Iara era, segundo outros a deusa dos peixes e dos pescadores


O Mito
Moça bonita, de cabelos demasiadamente longos, que sempre mora nas águas perto das matas. Pode morar no mar, nos rios, nos lagos, nas cachoeiras e nas lagoas.
Vez por outra, nas horas mortas da noite, especialmente em noite de luar, canta.
Diz que duma voz tão boa, bonita e tocante que o homem que a ouve morre de paixão por ela.
Quando o Homem se apaixona por ela, ele é levado ao fundo das águas (mar,rio,cachoeira,lago ou lagoa)e é devorado pela Iara
Não se entende nada de suas cantigas porque canta em língua indígena. Se a mãe-d'água por acaso um dia morrer, sua fonte seca.



Que Oxalá nos abençoe sempre

Significado das Saudações aos Orixas


Saravá ficou uma saudação genérica entre a maioria das casa de Umbanda, independente da sua derivação.

Algumas correntes Umbandistas também usam o Namastê, que siginifica: “o Deus que habita em mim, sauda o Deus que habita em você”. Palavra pequana, mas de um grande significado.

Outras saudações:

Êpa Babá – saudação ao Orixá Oxalá significando: olá, com admiração e espanto, ao ancestral dos ancestrais;

Okê! Okê Arô! – saudação ao Orixá Oxossi significa Autoridade, rei, que fala mais alto, ou seja salve o Rei que é aquele que fala mais alto.

Ogum iê! – saudação ao Orixá Ogum, significando salve Ogum

Epa Hei – saudação a Orixá Iansã e significa falar com espanto Olá. Esse espanto de grandeza de admiração ao ver o Orixá e dizer a ele Olá Iansã, Olá Oiá.

Ora Aie Ie o – Aieieo – Saudação a Orixá Oxum e significa salve a benevolente mãezinha.

Odoia ou Odociaba – saudação a Orixá Yemanjá e significam Mãe das águas

Atotô – saudação para o Orixá Omolu, significando “Silêncio! Ele está aqui!”

Saluba Nanã– saudação a Orixá Nanã Buruquê, cujo significado é: “nos refugiamos em Nanã” ou salve, a senhora do posso, da lama”.

Nas almas – saudação que fazemos aos Pretos-velhos.

Kaô kabecilê! (ou Kaô kabecilê obá) – Saudação ao Orixá Xangô que significa – venham ver (admirar, saudar) o Rei (Alteza) da Casa

Laroyê, Exu! Exu é mojubá! – Mensageiro, Exu! Exu a vós meus respeitos!

Oke Aro ou Oke Ode ou Oke Oxossi – Salve, aquele que grita, brada; Sale, o caçador; Salve, Oxossi. També usado como saudação aos Caboclo (Oke, Caboclo).

Xeto, Matomba Xeto – Usada para Boiadeiros. Salve, aquele que tem braço forte, pulso forte.

Mojubá – significa respeito, os meu respeito. Uma saudação em que a pessoa externa seus respeitos a outra pessoa, orixá ou entidade.

Existem outras saudação e expressões inerentes a rituais e outros, empregados em diversos seguimentos de Umbanda que existem por ai.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Aniversario





Aniversario - Joao Pai, Joao Gustavo e Cristiane Parabens!!! Felicidades!!!

Parabens tambem ao Afonso e a Lucy pela Bodas de Prata!!! Felicidade!!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

RESPEITO AO SEU TERREIRO


O respeito ao seu barracão
Uma coisa é você ser de um barracão,

outra é você trabalhar no barracão.
As duas coisas são totalmente diferentes.


A primeira, você ser de um barracão, a responsabilidade é muito grande.
Neste caso você já deve ter feito todos os preceitos e trabalhos pessoais que uma entidade que é da casa lhe passou.
Você por obrigação e respeito a casa deve participar de tudo que diz respeito da casa e procurar saber tudo que é feito para que você possa ajudar pro bem estar da sua casa.

No segundo caso, que é você trabalhar no barracão, eu acho que você deve pensar como você foi aceito e não pense que ira ficar o resto de sua vida neste estado, pois tem que procurar participar mais;
você já parou pra pensar!
Vou te dar um exemplo.
Você chega, encontra o barracão limpinho, arrumado, todas as velas e bebidas firmadas, copos que sua entidade usa limpo, as coisas de suas entidades guardadas num cantinho, arrumadinhas;
você acha justo isto?
Meus irmãos, vocês estão redondamente enganados. “estou falando das pessoas da corrente”
Tenha um pouco mais de consciência, já imaginou o tempo que vossa entidade fica em terra e os ogas e os zeladores ficam aguardando ela ir embora, pois é meus irmãos, ponham a cabeça e a atitude pra funcionar;
pense na confiança que os zeladores depositaram em você.
Pois este ritmo de trabalho de vocês vai acabar, não pense que você é melhor do que os outros, pois nesta nossa religião, a Umbanda, um dos conceitos que sempre falamos, é a união e a caridade.
Ajudem em tudo que for preciso, mostre que você não é e não quer ser diferente de ninguém.
Devemos nos abraçar e desejar proteção e saúde para nossa corrente e falar sempre.
Até nosso próximo encontro ou até nossa próxima gira.
Elias de Xango.

VAIDADE


A vaidade excessiva, que causa o empolgamento e lança o médium nos maiores desatinos, abrindo os seus canais-medianímicos a toda sorte de influências negativas.

Uma criatura, homem ou mulher, tem o dom mediúnico.
Naturalmente que o trouxe de berço, isto é, desde que se preparava para encarnar.
Em certa altura de sua vida, manifesta-se a sua mediunidade.
Eis que surge o protetor – caboclo ou preto-velho.

Como no médium de fato e da Corrente Astral de Umbanda a entidade também é de fato, é claro que ela faz coisas extraordinárias.
Cura. Ajuda. Aconselha.
Tem conhecimentos irrefutáveis etc…

São tantos os casos positivos do protetor através da mediunidade do médium, que logo se forma em torno dele uma corrente de admiração, e de fanatismo também.

A maioria dos elementos que o cercam, diante das coisas que vêem, são levados a agradar, a bajular, e com essas coisas, inconscientemente, vão-lhe incentivando a vaidade latente.
Isso de forma contínua.
A maioria desses médiuns não estudam, porque também não receberam ou não se interessam por uma preparação mediúnica adequada.

O protetor faz o que pode e deve (respeitando o livre-arbítrio), isso é, ensina, doutrina, alerta pelos canais mediúnicos: na manifestação, nas intuições, nos avisos etc.

Mas acontece sempre que o médium, devido a fortes predisposições à vaidade, começa por não dar muita atenção aos conselhos, às advertências que o seu protetor vem fazendo…
chega a ponto de se julgar o tal, quase um “pequeno-deus”.
Ele pensa que a força é dele…
que o protetor é dele
é propriedade sua…

O médium vai crescendo em gestos, em palavras, pois que todos se acostumam a acatá-lo em respeitoso silêncio, quando não, pelo medo ou por interesse próprio…

Vai crescendo a sua vaidade e logo começa a fazer exibições mediúnicas…

Ele começa a praticar uma coisa que será fatalmente a sua cova…
Passa a “trabalhar” sem estar corretamente mediunizado (ou seja, pede apenas a irradiação do “guia” de sua preferência sobre ele).
A sua entidade protetora pode usar certos meios para manifestar o seu desagrado, mas respeita também o seu livre-arbítrio, é claro…
pois até as Hierarquias Superiores respeitam esta faculdade.

Então, começam os desatinos, as bobagens e as confusões e a respectiva falta de penetração nos casos e coisas.
Começa a criar casos, a ter preferências e outras coisas mais.
Não obstante as reiteradas advertências do protetor, ele continua…
Eis que surgem os “transtornos”.
Os seus canais-mediunicos, dada a faixa-mental que ele criou com os efeitos de sua excessiva vaidade, abre portas aos kiumbas, que entram na dita faixa…

Daí tem início uma série de absurdos, de envolvimento negativos etc.
O ambiente do terreiro sai da tônica de outrora.
Tudo se altera!
Nessa altura o médium percebe apavorado que o seu protetor mesmo – aquilo que era bom, foi embora…
deixou de sentir a positividade de suas fluidos benéficos…

No principio ele tem um tremendo abalo… depois…
ah! depois, ele vai se acostumando com os fluidos dos kiumbas etc.
e mantém a sua excessiva vaidade de qualquer forma… não quer perder o “cartaz”…

Porém, as curas, a antiga eficiência, não há mais…
muitos percebem e dão o fora…
compreendendo que o “seu fulano não é mais o mesmo” e alguns até passam a olhá-lo com desprezo…
e se afastam ironizando dele, muito embora, no passado, tenham se beneficiado com sua mediunidade.

O pobre médium que fracassou pela excessiva vaidade no íntimo é um sofredor, muitos se desesperam com o viver da arte de representar os caboclos, os pretos-velhos etc…
Enfim, ser um “artista do mediunismo” também cansa, porque a “descrença” é o “golpe de misericórdia” em suas almas.
Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguem reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
Joaozinho

paijoaozinho@terreirodavobenedita.com