Horários De Atendimento

Segundas - 20 Hs - Mãe Claudete e Pai Joãozinho.
Quartas - 20 Hs - Mãe Marta e Pai Ney.
Sextas --- 20 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.
Sábados - 19 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.


Endereço - Rua Meciaçu 145 Vila Ipê - Campinas SP.

domingo, 6 de novembro de 2011

Homenagem Na Camara de Vereadores



Nosso Terreiro foi um dos homenageados na Camara Municipal de Campinas,

Reunião de homenagem as religiões de matriz afro-brasileira


















sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Amo a Umbanda, nem sempre concordo com os umbandistas - por Douglas Fersan


Amo a Umbanda, mas às vezes, imperfeito que sou, me surpreendo com certeza mágoa dos umbandistas. Antes que venham as pedras, eu explico: em primeiro lugar minha frase é mais do que generalizada (o que já constitui um erro), mas ela tem suas razões de ser.

Ser umbandista não é fácil – todos aqueles que levam a Umbanda a sério sabem disso, mas será que é a Umbanda que dificulta a nossa caminhada?

Certamente que não. Ao contrário disso, a Umbanda existe, entre outros fatores, para facilitar nossa caminhada e amenizar a os ferimentos que os espinhos da vida nos causam. A Umbanda é perfeita, quanto a isso não resta dúvida, nós umbandistas – e antes disso, seres humanos – é que não somos perfeitos e, não raras vezes, deixamos que a nossa imperfeição interfira no bom andamento dos trabalhos e rituais de Umbanda, maculando o seu nome e possibilitando a generalização negativa aos olhos do leigo.

Quantos umbandistas, durante a gira, não se concentram em seus afazeres, às vezes nem conseguindo se concentrar para “dar a cabeça” às entidades, porque se concentram mais na atitude dos seus irmãos-de-fé?
Quantos outros se orgulham em dizer que do lugar que ocupam no terreiro percebem tudo o que acontece durante a gira (e usam as observações para levantar críticas depois)? Deveriam observar melhor as próprias línguas, mantendo-as caladas e dentro de suas bocas, impedindo que saiam bifurcadas, espalhando sua peçonha por onde passam.

Existem também aqueles que adoram criticar as atitudes dos novatos, acusando-os de mistificação e querer colocar o carro na frente dos bois. Que isso acontece é fato, mas os mais experientes deviam ter o dever de ser sábios e, portanto, a obrigação de orientar os mais novos. Os inexperientes erram por desconhecimento e falta de orientação, os mais velhos erram por não conseguir conter sua maledicência.

Não faltam também aqueles que, durante uma gira, acham que são os seres mais importantes da face da terra, por desempenharem algumas funções. O sacerdote muitas vezes se acha a própria encarnação de Zambi, o ogã acredita que a gira não funciona sem ele, o pai pequeno olha os demais como se estivesse sobre um pedestal e assim vai. Cada qual se acha a peça-chave da gira e esquece que ela constitui uma corrente, na qual cada elo é de extrema importância e que se um fraquejar, todo o corpo mediúnico estará comprometido.

Não podemos esquecer aqueles que vestem o branco e são umbandistas apenas nas horas que dura a gira. Terminados os trabalhos, trocam a roupa e voltam à sua vida mundana, pouco se importando em melhorar enquanto filhos de Zambi. Tudo que aconteceu durante a gira não lhes serviu em nada como aprendizado. Triste o ser que vivencia uma experiência, qualquer que seja, e não tira dela uma lição.

E quando um filho-de-fé decide seguir outro caminho, ir para outro terreiro ou mesmo afastar-se da religião por algum tempo? Não são raros os sacerdotes de Umbanda que correm praguejar contra esse filho, inclusive tomando à frente de suas entidades para bradar em tom ameaçador (a fim de intimidar os demais filhos) que o “fulano voltará para cá se arrastando, pedindo perdão por ter saído”. É triste ouvir essas palavras proferidas por alguém que se diz “pai” ou “mãe” do terreiro, justamente a pessoa que deveria abençoar o filho que partiu e lhe desejar boa sorte, deixando as portas abertas para que um dia voltem, caso seja seu desejo. Mas preferem praguejar, demandar, ameaçar e intimidar. Será que pessoas que agem assim estão realmente preparadas para exercer o sacerdócio?

Mas com certeza os dois grandes males da maioria dos terreiros são a fofoca e a vaidade. Ervas daninhas que enquanto não são arrancadas de vez, pela raiz, não deixam os trabalhos fluírem da maneira como deveriam. Como auxiliar os necessitados quando somos nós os maiores necessitados no que se refere à moral e ética religiosa.

Teria inesgotáveis exemplos de quanto os umbandistas podem nos decepcionar, mas levaria horas escrevendo e esse texto se tornaria cansativo e repetitivo. Com certeza já decepcionei muito também, mas não podemos deixar de alimentar a chama da evolução. Erramos sim, e já diz o velho ditado que errar é humano, mas é preciso aprender com o erro e a partir dele buscar o aprimoramento. Mas infelizmente não é isso que vemos acontecer. Obviamente sou contra qualquer tentativa de unificar uma codificação de Umbanda, pois sua diversidade é sua grande riqueza, mas estabelecer uma conduta ética, não apenas como umbandista, mas como seres humanos, não custa nada a ninguém. E não podemos esquecer que somos o espelho da nossa religião, nossas atitudes são apontadas como positivas ou negativas pelos leigos para enaltecer ou denegrir a imagem da Umbanda.

Amo a Umbanda, nem sempre concordo com os umbandistas. Assim como toda a humanidade ainda precisamos evoluir muito.

Douglas Fersan
Outubro de 2011

EU Sou UMBANDA

Não Importa Quem Escreveu O Que Está Abaixo,

Vamos Fazer a Diferença...

Podemos Nós Todos “Macumbeiros”

Postar ao mesmo tempo em todas as redes sociais esta frase:

Umbanda é Linda

E Só Pratica o BEM Sem Ver a Quem!!!

E quem sabe repicar este e-mail para o maior

Numero de pessoas...

Será possível assistir a uma revolução virtual da Umbanda?

Pois eu convido a todos para fazer de forma virtual o que não conseguimos

No mundo material, não nos unimos para nada por vários motivos...

Então vamos aqui na internet criar uma onda de frases que afirmam

Que Umbanda Pratica Única e Exclusivamente o Bem...

E sabe quem sou eu que fala isso?

Sou só mais um umbandista,

Não importa quem sou eu, sabe porque?

Porque eu sou você, você mesmo que assim como eu gostaria

De mudar a forma como a sociedade nos vê.

Sou EU, Eu e Você somos UM

Somos UMBANDA

Tudo Isso... E mais e Muitos, Muitos e Muitos Somo Nós...

Se ainda se pergunta quem escreveu isso

Eu Respondo

Zambi Escreveu

E todos nós podemos ser o veículo...

EU Sou UMBANDA

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dia de Finados na Umbanda


Neste mês de novembro, no dia 02, temos por  tradição o dia de finados. Para nós, umbandistas, esta data tem grande  importância por tratar-se do dia em que louvamos a força e o poder do Divino  Orixá Pai Omulu, o Senhor da Morte e das Transições no Universo Divino. De  uma forma geral, na sua doutrina, a Umbanda se apega intensamente na Vida, ou  seja,em como devemos nos comportar enquanto encarnados para então, quando chegar  a hora do desencarne, podermos garantir um lugar bom nas esferas  espirituais. Hoje, quero comentar sobre a visão da morte e a importância da  mesma, sendo que cultuamos uma Divindade regente desse sentido da vida. Para  a Umbanda a morte do corpo físico não é o fim da vida. Entende-se apenas como o  fim de um ciclo, ou seja, da passagem encarnatória. Após o ato da morte física  do ser encarnado, este será encaminhado para uma esfera espiritual condizente  com seus atos e vibração emocional acumuladas durante a passagem no corpo  físico. Aqui no plano físico, estamos numa esfera neutra ou mista,onde tudo  se encontra,sem distinção. Já no plano astral, os seres vivem em realidades  dimensionais pertinentes às suas condições emocionais e vibracionais. Logo,  se o ser vibrar ódio,um lugar com seres odiosos será sua morada. Se vibrar o  amor,sua morada será um lugar agradável. Nós somos aquilo que criamos ao nosso  redor e a realidade que desenvolvemos é a que levamos além do pós  morte. Então, nada se acabará com o fim da vida física,quando o corpo perece  este é o fim de uma etapa e o início de outra. Morremos para o mundo físico e  renascemos para o mundo espiritual. Assim ,o contrário acontece quando  reencarnamos:”morremos”para a vida no plano etérico e nascemos para o plano  físico. Nós umbandistas, devemos nos preocupar com o que criamos na nossa  vida,pois já podemos desconfiar do resultado no desencarne. A Umbanda não crê em  ressureição, como não crê em um Salvador ou Messias resgatador de seu  rebanho,uma vez que ela prega a transcendência que cada ser deve alcançar.  Ninguém fará nada por ninguém,cada qual com seu quinhão. No entanto,a crença no  reencarne é a explicação do resgate dos débitos e aprendizado constante do  ser. No dia de finados, é fundamental que o umbandista,ao realizar o culto ao  Divino Orixá Pai Omulu, vibre seus pensamentos nos antepassados, seus parentes  desencarnados,solicitando ao Pai Omulu que ilumine a todos ,pois se algum  antepassado estiver precisando de ajuda por estar perdido nas suas questões  emocionais e ainda não ter alcançado a luz, pode ser oportuno de acontecer este  resgate, e, aquele que já esteja em situações privilegiadas, então se sentirá  gratificado pelas vibrações, além de ser o momento de demonstrar gratidão aos  antepassados que promoveram a sua passagem presente. O culto ao Orixá Omulu é  o momento de exaltação da Divindade e o que mesmo representa, pois como  entendemos que ele é a Divindade do “fim”, logo ele não está presente apenas na  tão temida morte física, gerando uma imagem temerosa em relação a esse Orixá.  Sua vibração se faz presente centenas de vezes durante nossa Vida, por exemplo,  o fim um relacionamento amoroso é o rompimento de cordões emocionais e o fim de  um ciclo de convivência entre duas pessoas. Neste momento de finalização lá está  presente a vibração desse Orixá para encaminhar os envolvidos em seus caminhos  individuais, também posso citar a mudança de emprego, de moradia, fim de  amizade, etc... Sempre em situações, principalmente de rompimentos ou  encerramentos de ciclos,é esta a vibração divina que se faz presente na Vida dos  envolvidos. Mesmo ficando a cargo de cada um a colheita necessária após o  desencarne, a Umbanda tem na Cerimônia Fúnebre a preocupação de garantir que o  espírito desencarnado fique a cargo da Lei Divina e não tenha problemas maiores  com ataques de espíritos negativos.   Este texto foi baseado em um seminário apresentado na Universidade do Sagrado  Coração de Bauru- SP
Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguem reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
Joaozinho

paijoaozinho@terreirodavobenedita.com