Horários De Atendimento

Segundas - 20 Hs - Mãe Claudete e Pai Joãozinho.
Quartas - 20 Hs - Mãe Marta e Pai Ney.
Sextas --- 20 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.
Sábados - 19 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.


Endereço - Rua Meciaçu 145 Vila Ipê - Campinas SP.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Trabalhos


Sabado passado dia 05/11 começamos uma nova fase em nosso Terreiro, demos inicio aos trabalhos de sábado, com uma nova corrente, corrente essa mesclada com algumas pessoas mais antigas, e com pessoas novas em nossa casa, algumas já com experiências em outras casas, mas com disposição de se adequar ao nosso modelo de Umbanda.

Tenho certeza que dessa nova corrente, chamada “Terreiro da Vó Benedita – Filhos de Jorge” esta nascendo não só uma corrente nova, mas sim outro terreiro, que ,com o tempo, terá seu próprio lugar, seus prorpios medius, Ogãs, pais e mães...

Mas na sua execncia será um terreiro igual ao nosso, com os mesmos valores, mesma HUMILDADE e mesma dedicação ao próximo.

Hoje dia 07/11 tambem estaremos começando outra fase, com os trabalhos de CURA, um trabalho que será totalmente diferente dos trabalhos já conhecidos por nos, sendo mais ligado ao espiritismo e sua doutrina, do que a qualquer religião.

Tenho também certeza que esta nascendo ai outro Centro Espirita, hoje denominado – Terreiro da Vó Benedita – Pai Bezerra de Menezes, e da mesma forma que a outra corrente, também terá sua própria estrura.

Sendo que dessas duas novas correntes, com o tempo e se tudo correr bem, darão inicio a outras e outras...mas sempre seguindo nosso modelo, a Umbanda da Vó Benedita.

Quero muito pedir aos médiuns que forem comparecer aos trabalhos de hoje , que durante a sessão se mantenham em prece, em silencio, em concentração, pois como escrevi acima, não será um TRABALHO DE UMBANDA, então não teremos atabaques, musicas e atendimento, será espiritismo, espiritismo e espiritismo.

Entao reforço o pedido, médiuns que forem comparecer aos trabalhos de hoje , que durante a sessão se mantenham em prece, em silencio, em concentração.

Abraço a Todos!

domingo, 6 de novembro de 2011

Homenagem Na Camara de Vereadores



Nosso Terreiro foi um dos homenageados na Camara Municipal de Campinas,

Reunião de homenagem as religiões de matriz afro-brasileira


















sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Amo a Umbanda, nem sempre concordo com os umbandistas - por Douglas Fersan


Amo a Umbanda, mas às vezes, imperfeito que sou, me surpreendo com certeza mágoa dos umbandistas. Antes que venham as pedras, eu explico: em primeiro lugar minha frase é mais do que generalizada (o que já constitui um erro), mas ela tem suas razões de ser.

Ser umbandista não é fácil – todos aqueles que levam a Umbanda a sério sabem disso, mas será que é a Umbanda que dificulta a nossa caminhada?

Certamente que não. Ao contrário disso, a Umbanda existe, entre outros fatores, para facilitar nossa caminhada e amenizar a os ferimentos que os espinhos da vida nos causam. A Umbanda é perfeita, quanto a isso não resta dúvida, nós umbandistas – e antes disso, seres humanos – é que não somos perfeitos e, não raras vezes, deixamos que a nossa imperfeição interfira no bom andamento dos trabalhos e rituais de Umbanda, maculando o seu nome e possibilitando a generalização negativa aos olhos do leigo.

Quantos umbandistas, durante a gira, não se concentram em seus afazeres, às vezes nem conseguindo se concentrar para “dar a cabeça” às entidades, porque se concentram mais na atitude dos seus irmãos-de-fé?
Quantos outros se orgulham em dizer que do lugar que ocupam no terreiro percebem tudo o que acontece durante a gira (e usam as observações para levantar críticas depois)? Deveriam observar melhor as próprias línguas, mantendo-as caladas e dentro de suas bocas, impedindo que saiam bifurcadas, espalhando sua peçonha por onde passam.

Existem também aqueles que adoram criticar as atitudes dos novatos, acusando-os de mistificação e querer colocar o carro na frente dos bois. Que isso acontece é fato, mas os mais experientes deviam ter o dever de ser sábios e, portanto, a obrigação de orientar os mais novos. Os inexperientes erram por desconhecimento e falta de orientação, os mais velhos erram por não conseguir conter sua maledicência.

Não faltam também aqueles que, durante uma gira, acham que são os seres mais importantes da face da terra, por desempenharem algumas funções. O sacerdote muitas vezes se acha a própria encarnação de Zambi, o ogã acredita que a gira não funciona sem ele, o pai pequeno olha os demais como se estivesse sobre um pedestal e assim vai. Cada qual se acha a peça-chave da gira e esquece que ela constitui uma corrente, na qual cada elo é de extrema importância e que se um fraquejar, todo o corpo mediúnico estará comprometido.

Não podemos esquecer aqueles que vestem o branco e são umbandistas apenas nas horas que dura a gira. Terminados os trabalhos, trocam a roupa e voltam à sua vida mundana, pouco se importando em melhorar enquanto filhos de Zambi. Tudo que aconteceu durante a gira não lhes serviu em nada como aprendizado. Triste o ser que vivencia uma experiência, qualquer que seja, e não tira dela uma lição.

E quando um filho-de-fé decide seguir outro caminho, ir para outro terreiro ou mesmo afastar-se da religião por algum tempo? Não são raros os sacerdotes de Umbanda que correm praguejar contra esse filho, inclusive tomando à frente de suas entidades para bradar em tom ameaçador (a fim de intimidar os demais filhos) que o “fulano voltará para cá se arrastando, pedindo perdão por ter saído”. É triste ouvir essas palavras proferidas por alguém que se diz “pai” ou “mãe” do terreiro, justamente a pessoa que deveria abençoar o filho que partiu e lhe desejar boa sorte, deixando as portas abertas para que um dia voltem, caso seja seu desejo. Mas preferem praguejar, demandar, ameaçar e intimidar. Será que pessoas que agem assim estão realmente preparadas para exercer o sacerdócio?

Mas com certeza os dois grandes males da maioria dos terreiros são a fofoca e a vaidade. Ervas daninhas que enquanto não são arrancadas de vez, pela raiz, não deixam os trabalhos fluírem da maneira como deveriam. Como auxiliar os necessitados quando somos nós os maiores necessitados no que se refere à moral e ética religiosa.

Teria inesgotáveis exemplos de quanto os umbandistas podem nos decepcionar, mas levaria horas escrevendo e esse texto se tornaria cansativo e repetitivo. Com certeza já decepcionei muito também, mas não podemos deixar de alimentar a chama da evolução. Erramos sim, e já diz o velho ditado que errar é humano, mas é preciso aprender com o erro e a partir dele buscar o aprimoramento. Mas infelizmente não é isso que vemos acontecer. Obviamente sou contra qualquer tentativa de unificar uma codificação de Umbanda, pois sua diversidade é sua grande riqueza, mas estabelecer uma conduta ética, não apenas como umbandista, mas como seres humanos, não custa nada a ninguém. E não podemos esquecer que somos o espelho da nossa religião, nossas atitudes são apontadas como positivas ou negativas pelos leigos para enaltecer ou denegrir a imagem da Umbanda.

Amo a Umbanda, nem sempre concordo com os umbandistas. Assim como toda a humanidade ainda precisamos evoluir muito.

Douglas Fersan
Outubro de 2011

EU Sou UMBANDA

Não Importa Quem Escreveu O Que Está Abaixo,

Vamos Fazer a Diferença...

Podemos Nós Todos “Macumbeiros”

Postar ao mesmo tempo em todas as redes sociais esta frase:

Umbanda é Linda

E Só Pratica o BEM Sem Ver a Quem!!!

E quem sabe repicar este e-mail para o maior

Numero de pessoas...

Será possível assistir a uma revolução virtual da Umbanda?

Pois eu convido a todos para fazer de forma virtual o que não conseguimos

No mundo material, não nos unimos para nada por vários motivos...

Então vamos aqui na internet criar uma onda de frases que afirmam

Que Umbanda Pratica Única e Exclusivamente o Bem...

E sabe quem sou eu que fala isso?

Sou só mais um umbandista,

Não importa quem sou eu, sabe porque?

Porque eu sou você, você mesmo que assim como eu gostaria

De mudar a forma como a sociedade nos vê.

Sou EU, Eu e Você somos UM

Somos UMBANDA

Tudo Isso... E mais e Muitos, Muitos e Muitos Somo Nós...

Se ainda se pergunta quem escreveu isso

Eu Respondo

Zambi Escreveu

E todos nós podemos ser o veículo...

EU Sou UMBANDA
Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguem reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
Joaozinho

paijoaozinho@terreirodavobenedita.com