Horários De Atendimento

Segundas - 20 Hs - Mãe Claudete e Pai Joãozinho.
Quartas - 20 Hs - Mãe Marta e Pai Ney.
Sextas --- 20 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.
Sábados - 19 Hs - Mãe Sueli e Pai Joãozinho.


Endereço - Rua Meciaçu 145 Vila Ipê - Campinas SP.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Encerramento dos trabalhos de 2013

Obrigado a todas as pessoas que confiaram no Terreiro da Vó Benedita
Obrigado a todos os médiuns e cambonos que estiveram conosco nas mais de 200 Giras que fizemos esse não, pois ficamos mais da metade do ano com as portas abertas.
Pessoas precisam de ajuda, desde um simples e forte abraço, passando por conselhos carinhosos dos Pretos Velhos, ou nem tão carinhosos, mas sérios de nossos Caboclos.
Tenho certeza que foi um ano de muito aprendizado a todos, espero e creio que as pessoas que nos procuraram, nem sempre escutaram ou conseguiram aquilo que queriam escutar ou conseguir, mas entenderam e repensaram suas atitudes e merecimentos.
Vamos em 2014 seguir nossa luta, nosso trabalho pela caridade, pedindo aos nossos Orixás que nos guiem sempre, pois somos seres humanos sujeitos e tentados a falhar, e falhamos, mas que essas falhas que nos sirvam de lição e ensinamento e que as usemos para ajudar ao próximo e a nós mesmos.
Que nossa Umbanda seja cada dia mais fortalecida e que pessoas que usam esse nome sagrado para outros fins que sejam desmascaradas.
Sarava a Umbanda!
Sarava aos filhos de Pemba!

Pai Joaozinho Galerani

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Consciência Negra


Deus nos deu a oportunidade de nascermos no país mais rico.
O país que consegue harmonizar as pedreiras de Xangô, as águas dos rios de Oxum, as águas salgadas de Iemanjá e as matas de Oxóssi.
Como se já não fosse muito, temos o povo com a força de Ogum, capaz de vencer qualquer batalha e manter-se em pé após tantas guerras.
Mas então, onde está a paz de Oxalá?
Onde está a igualdade e harmonia que Ele nos ensina?
O Brasil não é apenas rico em natureza; é rico em pele: a pele vermelha dos primeiros habitantes, a pele branca do colono europeu, a pele amarela dos asiáticos e a pele negra da mãe África. E a partir dessas cores primárias, Deus fez sua maior obra de arte usando estas cores puras e combinadas para pintar um quadro magnífico chamado Brasil – sua obra prima.
Então, pergunto de novo: onde está a paz, a igualdade e harmonia de Oxalá? No país da diversidade, em que os orixás se sobrepõem, por que ainda somos reconhecidos pela cor da nossa pele?
A Umbanda é uma religião puramente brasileira, obtida da mistura de crenças e culturas. Uma mistura como os tons de nossas peles. E é por isso e para isso que a Umbanda nasceu: para que haja igualdade perante nossas diferenças e para que as diferenças sejam respeitadas. São essas diferenças que nos torna ricos.
E é para quebra o paradoxo da desigualdade racial que a Umbanda traz como modelo de caridade, harmonia e sabedoria, os nossos amados pretos velhos:
- Como exemplo de perseverança, o negro que lutou – e luta – pela sua liberdade;
- Como exemplo de amor, o negro sofrido na senzala que estende a mão ao próximo;
- Como exemplo de sabedoria, o negro que aprendeu pelas dificuldades e pela dor – física e emocional;
- Como exemplo de força, o negro que resistiu a todos os castigos dos “senhores” e ainda se manteve em pé;
- Como exemplo de fé, o negro que labutava no campo, dia após dia, mas cantava sua fé sem perder o fôlego, e que ainda tinha força no fim do dia para, escondido na senzala, demonstrar sua fé em Zambi e nos orixás, nas giras de candomblé;
- Como maior exemplo, então, o negro, na figura simples de um preto velho.
Lutemos por um dia em qe não só a Umbanda reconheça esse exemplo. Para que um dia as escolas ensinem sobre a importância dos negros em nossa sociedade e não sobre as algemas que os seguraram no passado.
Lutemos para que um dia, não se enxergue a cor da pele, mas sim o brilho dos olhos.
Lutemos para que um dia todos reconheçam e tenham orgulho de perceber nossas origens. Tenham orgulho de dizer: Branco, negro, pardo, não me interessa. Dentro da minha veia tenho a honra de carregar o sangue negro. E com um pouco deste sangue, também carrego a força, a fé, o poder e a humildade do povo mais belo que já pisou estas terras.
Saravá, meus pretos velhos.
Salve a Umbanda.
Salve a raça negra que tanto nos ensina.
Salve a miscigenação das raças que faz de mim um pouco de você, e de você, um pouco de mim.

fonte: http://mensagensdacarol.blogspot.com.br/

O QUE SIGNIFICA SER "UMBANDISTA"


 


Ser umbandista não é ser apenas religioso. É ser cristão. 
Ser umbandista não é ostentar uma crença. É vivenciar a fé sincera. 
Ser umbandista não é ter uma religião especial. É saber que tem grande responsabilidade para consigo mesmo e para com o próximo. 
Ser umbandista não é querer superar o próximo. É querer superar a si mesmo através da reforma íntima e das boas ações.
Ser umbandista não é construir templos de pedra. É transformar o coração em templo eterno.
Ser umbandista não é apenas aceitar a reencarnação. É compreendê-la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a perfeição.
Ser umbandista não é só comunicar-se com os Espíritos, porque todos indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber. É comunicar-se com os bons Espíritos para se melhorar e ajudar os outros a se melhorarem também.
Ser umbandista não é apenas consumir as obras espíritas para obter conhecimento e cultura. É transformar os livros e suas mensagens, em lições vivas para a própria mudança. Ter grande conhecimento sem no entanto vivenciar é o mesmo que falar e não fazer.
Ser umbandista não é internar-se no Centro Espírita ou Terreiro, fugindo do mundo para não ser tentado. É conviver com todas as situações, sem alterar-se. O umbandista consciente é umbandista no centro, terreiro, em casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sózinho ou no meio da multidão, na alegria e na dor, na saúde e na doença.
Ser umbandista não é ser diferente. É ser exatamente igual a todos, porque todos são iguais perante Deus. Não é mostrar-se que é bom e sim provar a si próprio que se esforça para ser bom, porque ser bom deve ser um estado normal do homem consciente. Anormal é não ser bom.
Ser umbandista não é curar ninguém. É contribuir para que alguém trabalhe a sua própria cura.
Ser umbandista não é tornar o doente um dependente dos supostos poderes dos outros.  É ensinar-lhe a confiar nos poderes de Deus e na sua própria fé, que estão na sua vontade sincera e perseverante de melhorar a si próprio.
Ser umbandista não é consolar-se em receber. É confortar-se em dar, porque pelas leis naturais da vida, "é mais bem aventurado dar do que receber".
E por fim, ser umbandista não é esperar que Deus desça até onde nós estamos. É subir ao encontro de Deus, elevando-se moralmente e esforçando-se para melhorar sempre, buscando sempre o auxílio ao próximo, a pratica do bem e da caridade.
Isto é ser umbandista!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Encontro de Jovens de Terreiro de Campinas e região

  1. Atenção pessoal de Terreiro.....
    Estamos finalizando a programação do 1 Encontro Regional para Jovens de Terreiro.
    Sera um fim de semana ( 24-25 e 26 de Janeiro) na Casa de Cultura Fazenda Roseira
    Teremos palestras , oficinas e arte para os jovens.
    Logo postarei mais informaçoes

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Não existe um jeito certo de fazer "coisa errada"!


Aprenda a distinguir um Templo de Umbanda!

Se você é "umbandista" entenda que:

"A Umbanda não precisa de códigos, codificações, escolas iniciáticas ou faculdades.

A Umbanda necessita é da reforma moral de uma grande parte de seus adeptos"
Os Guias da Umbanda nada cobram para trabalhar e ajudar as pessoas. Os espíritos de luz afastam-se dos templos que usam o nome de Deus, de Jesus ou dos bons espíritos como escada por onde seus dirigentes possam subir materialmente. Portanto, nunca esqueça: se lhe pedirem dinheiro, seja para o que for, não dê, porque na realidade eles não querem ajudá-lo. São exploradores da fé alheia, gente de mal caráter que tem apenas um objetivo: extorquir o dinheiro daqueles que os procuram. (Qualquer templo de Umbanda como qualquer igreja necessita de ajuda financeira, afinal igreja não é comércio para se auto manter financeiramente. No entanto, essa ajuda financeira deve partir da associação dos médiuns de uma casa e essas contribuições são mínimas.
Dos guias da Umbanda parte o ensinamento de que na Umbanda tudo é de graça, desta forma, nenhum deles permitirá a exploração das pessoas em seus nomes, se em determinado trabalho vier a existir a necessidade de alguns utensílios, a pessoa que será beneficiada pelo trabalho é quem deve fornecer esses utensílios, mas nunca deve pagar por eles ou por consultas.
Qualquer local que cobre pelo atendimento indica claramente que alguém está se beneficiando do dinheiro arrecadado, raciocine!)
Mas por que será que existem locais que cobram?
Existem locais que cobram porque existem pessoas dispostas a pagar para fazerem tudo de mal em relação ao próximo.
Como a Umbanda (praticada por gente séria) não faz conchavos com vagabundos, passam eles a procurar por aqueles que  atendam a seus pedidos de baixa moralidade e nessa situação, passam a ser vitimas dos quimbandeiros e outros tipos de exploradores que se intitulam médiuns umbandistas, MAS NA REALIDADE NÃO SÃO!

Fonte www.nuss.com.br/

Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguem reconheça algo como sua criação e não
tenha sido dado os devidos créditos entre em contato.
''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento..."
Joaozinho

paijoaozinho@terreirodavobenedita.com